Ex-arquitecto, concentra-se obsessivamente na representação de cidades através do desenho trabalhando com a percepção, textura e memória da paisagem urbana. Habita um espaço entre a arte contemporânea e a ilustração onde cria obras e murais para colecionadores privados, galerias e instituições para além comissões editoriais.
Uma artista visual de Lisboa, actualmente com o seu atelier no sul de França. O tempo, assim como a luz e a sua ausência, a fragilidade dos materiais que Olga utiliza, a repetição e o gesto claro e espontâneo, sem ideias preconcebidas, são elementos essenciais permanentemente evocados no seu trabalho.
A sua arte procura conectar-se a diferentes escalas de tempo. Assim, de acordo com o seu percurso ou os projetos dos seus clientes, Olga constrói um arquivo dessa matéria-prima, preservando cuidadosamente essas memórias efémeras para criar a Memória Física desses lugares.
As suas obras procuram capturar esses instantes, na esperança de os tornar um pouco mais intemporais.
Soprano, curadora, compositora improvisadora e encenadora, é reconhecida pela sua excecional agilidade vocal, presença cénica distintiva e sensibilidade musical. A sua agenda artística reflete uma visão coerente e inconfundivelmente pessoal que abrange a interpretação historicamente informada, a ópera contemporânea desafiante e projetos colaborativos multidisciplinares.
Apresentou-se com a Orquestra Filarmónica de Munique, a Ópera de Estugarda, o Théâtre Royal de la Monnaie, o Sond’Arte Electric Ensemble e o Aleph Guitar Quartet, atuando em importantes palcos por toda a Europa.